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Confira Sinopse de #altoastral
Uma comédia romântica e leve, ‘Alto Astral’ vai invadir o horário das sete. A novela de Daniel Ortiz, baseada na sinopse de Andrea Maltarolli, costura uma trama de encontros e reencontros desta e de outras vidas, segredos de pessoas acima de qualquer suspeita e mistérios instigantes. Com direção geral de Jorge Fernando e Frederico Mayrink, direção de núcleo de Jorge Fernando e supervisão de texto de Silvio de Abreu, ‘Alto Astral’ tem como tema central a história de amor entre Caíque (Sérgio Guizé) e Laura (Nathalia Dill).
Por algum motivo que a razão desconhece, Caíque desenha incansavelmente, há anos, o rosto de uma mulher sem saber o por quê. Ele, que desde a infância vivencia experiências sobrenaturais, sempre relutou a essa situação e, para não se expor, esconde esses desenhos de todos para esquivar-se de maiores questionamentos. Anos mais tarde, ao voltar de uma longa viagem para fora do Brasil, o destino se encarrega de colocá-lo frente a frente com aquele rosto que até então era apenas a face de uma desconhecida. Caíque e Laura são tomados imediatamente por um sentimento arrebatador e por uma sensação de pertencimento inexplicável. Tudo se encaixa e ele tem certeza que esta é a mulher da sua vida.
Seria perfeito não fosse Laura estar prestes a se casar com Marcos (Thiago Lacerda), irmão de Caíque. Ambos são filhos adotivos de Maria Inês (Christiane Torloni) sendo que Marcos sempre nutriu uma intensa rivalidade pelo irmão. Os dois são médicos e herdeiros de um grande hospital. Marcos é um renomado cirurgião, e Caíque clínico geral que, mesmo tendo pavor de sangue, é capaz de realizar, com sucesso, operações e procedimentos médicos muito delicados e em condições extremas onde faltam todos os recursos. O que Marcos abomina, já que considera o irmão um irresponsável.
O que quase ninguém sabe é que Caíque recebe, contra a sua vontade, a orientação de um guia chamado Castilho (Marcelo Médici), o espírito de um médico que tem uma missão do passado para resgatar. “Caíque muitas vezes não distingue esses espíritos das pessoas vivas. Em diversas situações, quem o vê de fora pensa que ele está falando sozinho, e isso traz uma série de conflitos para o rapaz mas, ao mesmo tempo, é muito engraçado”, completa Silvio de Abreu. Quando Caíque menos espera, lá está o Dr. Castilho sentado à mesa de seu consultório para uma prosa. E se a conversa esquenta e ele se vê contrariado, não pensa duas vezes: atravessa portas e paredes e desaparece, deixando o pobre mortal a ver navios.
Assim como Caíque, Samantha (Claudia Raia) também tem poderes paranormais. Mas, ao contrário dele que resiste a esta condição, ela não poupa esforços para chamar atenção e conquistar prestígio através dessa sua sensibilidade especial que com o tempo vai enfraquecendo. “A Samantha é meio trambiqueira, ouve uma voz que antecipa fatos que ainda vão acontecer. Mas ela faz um mau uso desses poderes e por isso acaba perdendo essa habilidade. A paranormal é capaz das coisas mais inusitadas e acaba se metendo em situações engraçadas para recuperar seus poderes”, conta Daniel Ortiz.
Samantha forja desastres e até derruba uma ponte para poder chamar atenção. Como isso não está lhe rendendo a repercussão que deseja, ela vê em Caíque a solução dos seus problemas. Além de apaixonada pelo médico, ela sabe que ele também tem poderes sobrenaturais e tem certeza de que os dois foram escolhidos pelo universo e, juntos, farão fama e dinheiro.
As armações de Samantha, as trapalhadas dos espíritos, a força do destino na realização do amor de Laura e Caíque e os pequenos e grandes segredos que rondam a vida dos vários personagens de Alto Astral estarão nas telas da TV a partir do dia 03 de novembro.
Caíque e Marcos: uma rivalidade alimentada desde a infância
Maria Inês Bittencourt (Christiane Torloni) casou-se com um rico e tradicional médico, dono do maior hospital de Nova Alvorada, cidade interiorana onde se passa ‘Alto Astral’. Com uma vida financeira abastada, faltava ao casal ter filhos e como Maria Inês não conseguia engravidar, optaram pela adoção.
Marcos (Thiago Lacerda) foi o primeiro a ser adotado, já com cinco anos de idade e depois de ter passado por outras famílias e orfanatos. Era uma criança retraída, que só foi conhecer o que era amor e carinho com o casal Bittencourt.
Caíque (Sérgio Guizé) chegou meses depois, ainda bebê. Apesar de nunca ter havido uma distinção entre os filhos, Marcos cresceu com ódio de Caíque, disputando a atenção dos pais. Por outro lado, Caíque cresceu idolatrando o irmão mais velho. “Marcos jura que Maria Inês nunca o olhou com o mesmo amor e carinho com que olhava para Caíque. Ele é egoísta, inseguro, e nunca se conformou de não ter sido o único filho daquela família que o acolheu”, diz Daniel Ortiz.
O filho mais novo era uma criança especial. Desde pequeno tinha um dom que não era compreendido por seus pais e muito menos por ele mesmo. Por desconhecimento, sua paranormalidade era vista como uma esquisitice pela família, que redobrava a atenção com o menino. Para Marcos, Caíque não passava de um maluco que falava sozinho e que queria chamar atenção.
Apesar da sua excentricidade, Caíque, quando adolescente, fazia o maior sucesso com as meninas. Até mesmo com as namoradas de Marcos que, apesar de muito bonito, sempre as perdia para Caíque, aumentando ainda mais seu ódio pelo irmão.
Anos mais tarde
Caíque (Sérgio Guizé) nunca cultivou qualquer tipo de sentimento negativo em relação a Marcos (Thiago Lacerda). Às vezes o achava implicante e competitivo, mas o admirava. Tem orgulho de saber que o irmão havia se tornado um excelente e reconhecido cirurgião. Caíque também seguiu a carreira médica mesmo tendo pavor de sangue. Mas ao contrário de Marcos, ele não se especializou em nenhuma área da medicina.
Ao falecer, o pai deixou-lhes de herança um grande hospital, que se tornou uma referência no interior de São Paulo. Caíque era sócio minoritário e Marcos tinha a maior parte das ações.
Caíque tem um raro talento: basta olhar para um paciente e consegue descobrir o que o aflige. Ele é especialista em dar diagnósticos por telefone sem jamais errar, para desespero da direção do hospital e principalmente de Marcos, que o considera um inconsequente.
O fato é que Caíque nunca desejou ser médico. O que ele queria mesmo era seguir alguma carreira de humanas ou até educação física, já que adora esportes. Porém, por alguma razão do destino, nunca conseguiu passar em nenhum vestibular. Por mais que estudasse, errava tudo nas provas. Até que por pressão do pai, resolveu prestar para medicina e inexplicavelmente passou em primeiro lugar sem estudar nada.
Com o passar do tempo, ele acabou entendendo que a medicina era seu destino e passou a gostar do que fazia. Por ter medo de sangue, Caíque escolheu ser clínico geral. Embora faça diagnósticos precisos e indique operações complicadas, com detalhes, ele quer é distância das salas de cirurgia. Mas não se nega a ajudar quem quer que o procure.
Já Marcos apesar de ser um talentoso cirurgião não tem nenhum escrúpulo. Seu sonho é que Caíque perca sua parte no hospital, pois só aí se livraria para sempre do incômodo irmão. Seu consultório vive cheio e até clientes do exterior lutam por uma consulta com ele, mas Marcos é capaz até de enganar seus pacientes com diagnósticos falsos só para que aceitem fazer cirurgias caríssimas.
Vaidoso e ambicioso, ele não está satisfeito com o seu trabalho no hospital. Para Marcos, Nova Alvorada é muito pequena para seus projetos que envolvem transformar o grupo Bittencourt em uma referência internacional. Esse plano de vida virou uma obsessão e ele não vai descansar enquanto não alcançá-lo. Para tal, conta com a ajuda de Sueli (Débora Nascimento), sua secretária e amante, parceira de trapaças.
Sem concordar com as atitudes de Marcos na direção do hospital, e depois de alguns anos atuando como clínico, Caíque começou a questionar a sua escolha profissional. Não sabia se queria continuar clinicando e resolveu tirar dois anos sabáticos para viajar pelo mundo e, assim, refletir sobre o seu futuro. Foi durante esse tempo que Marcos conheceu Laura (Nathalia Dill), sua grande paixão.
Laura: entre a razão e a paixão
Laura (Nathalia Dill) é uma jovem jornalista de São Paulo e o arrimo de sua família. Após a morte de seu pai e sua madrasta em um acidente, coube a ela a responsabilidade sobre seu avô Vicente (Otávio Augusto) e seus irmãos paternos Bia (Raquel Fabbri) e Gustavo (Guilherme Leicam). Os irmãos são a grande preocupação de Laura. Gustavo porque desistiu da universidade sonhando se tornar um campeão de natação e, por ser ambicioso, se mete com pessoas erradas para ter um padrão de vida que não é o seu. E Bia, que tem a autoestima baixa por ser gordinha e se refugia no trabalho e nos estudos.
Laura é filha do primeiro relacionamento de seu pai, que sempre escondeu dela a verdade sobre sua mãe biológica. Ela cresceu achando que sua mãe havia morrido quando ela era bebê. Anos mais tarde, a jornalista descobre que, na verdade, sua mãe está viva e que a abandonara recém nascida, o que a deixa inconformada. Tem certeza que a ferida aberta em seu peito só vai cicatrizar quando encontrar a mulher que a rejeitou e uma explicação para isso.
Enfrentando dificuldades de emprego na capital, Laura decide aceitar uma proposta para trabalhar em Nova Alvorada, no interior de São Paulo. Além disso, ela descobre que essa é a cidade natal de sua mãe. Unindo o útil ao agradável, Laura resolve ir pra lá com sua família, já que vê nessa mudança uma grande oportunidade para encontrar as pistas que a levem a descobrir a identidade da mulher que a abandonou sem justificativa alguma.
É durante uma dessas investigações, no Hospital Bittencourt, que Laura conhece Marcos (Thiago Lacerda) e ele se encanta por sua beleza. Depois das muitas investidas de Marcos e recusas por parte da moça, finalmente o médico conquista a confiança dela e se confessa perdidamente apaixonado.
Laura gosta dos cortejos de Marcos. Adoraria ter se apaixonado por ele, mas isto não acontece de imediato. Mesmo assim, aceita o carinho do médico. Aos olhos dela, Marcos parece perfeito. Ele a ama, é gentil e cuida de sua família um tanto quanto problemática.
A jornalista já tinha se resignado com o fato de que nunca encontraria um homem que amasse perdidamente e que aceitasse a sua situação familiar, por isso, para ela, Marcos era o melhor que poderia encontrar. Assim, poucos meses após o início do namoro, os dois ficaram noivos e marcaram o casamento. Acontece que Laura encontra, por obra do destino, Caíque (Sérgio Guizé). O sentimento e afinidade entre os dois são avassaladores, como se eles se conhecessem de outras vidas. Tudo seria perfeito não fosse o fato de Caíque ser irmão de Marcos, que não vai deixar barato essa aproximação e fará de tudo para separar os dois.
Uma “Bella” força do acaso
Por mais que Marcos (Thiago Lacerda) arme para afastar Caíque (Sérgio Guizé) de Laura (Nathalia Dill), uma força maior tenta uni-los de toda forma: Bella (Nathalia Costa). A menina é um espírito que, por alguma razão, parece gostar muito de Caíque e, sempre que pode, aparece para ele. Foi ela que no aeroporto provocou uma situação para que o médico visse pela primeira vez Laura. Contudo, Bella nunca conversa com ele, que fica intrigado com as aparições da criança.
A menininha levada passa a ser uma presença contínua na vida de Laura e Caíque, uma espécie de cupido. Laura não consegue vê-la, apenas o rapaz. O porquê dessa pestinha querer tanto unir os dois é um grande mistério.
Os espíritos espirituosos
Além das tramas e mistérios envolvendo o mundo real das pessoas de carne e osso, ‘Alto Astral’ vem com um bônus: os espíritos. Para cumprirem sua missão e evoluir, esses espíritos fazem a maior confusão na vida dos seus escolhidos e pobres mortais pupilos, promovendo situações muitas vezes engraçadas. “A novela não ridiculariza os espíritos, ela fala das circunstâncias cômicas que resultam do fato de uma pessoa conversar com outra que não pode ser vista. Para quem não tem esse dom, soa pura maluquice”, brinca Silvio de Abreu.
Um bom exemplo é a tumultuada relação entre Dr. Castilho (Marcelo Médici), o espírito de um médico cirurgião, e Caíque. Castilho aparece à revelia do rapaz, que fica apavorado sempre que o vê. O médico-espírito ou espírito-médico tem como propósito resgatar uma missão de ambos: os dois foram, em outras vidas, médicos e parceiros.
Eles trabalharam juntos em várias encarnações sendo que, na última, tinham o objetivo de construir um hospital para pobres. Chegaram próximos disso mas, devido a vaidade excessiva e ambição desmedida, contraíram dívidas e acabaram assassinados pelos seus credores.
Antes de Caíque reencarnar, combinou com Castilho de voltar a trabalharem juntos, numa tentativa de se retratarem pelos erros cometidos no passado. Mas, dessa vez, ajudariam os necessitados com o que tivessem à mão, sem luxos, só com boa vontade. Só que, uma vez reencarnado, Caíque não lembra desse acordo e fica perplexo com as parições de Castilho.
Outra personagem que mantém relações com o além é Samantha (Claudia Raia). Ela, que teve um breve affair com Caíque há muitos anos, ficou famosa enquanto ele estava viajando pelo mundo. Tudo começou quando ela previu um desmoronamento de terra, salvando várias vidas. A partir desse fato inusitado, ganhou destaque na mídia.
Acontece que Samantha sempre fez um mau uso de suas habilidades. Seu único propósito é fazer fama e fortuna através delas. Percebendo isso, o espírito que lhe “soprava” as premonições, começa a deixá-la na mão e em situações embaraçosas. Desesperada, Samantha se agarra ao que pode para recuperar seus poderes.
Se o espírito não fala, Samantha arma
Com a ajuda de seu irmão mau caráter César (Alejandro Claveaux) e Pepito (Conrado Caputto), seu assistente peruano e fã número 1, a paranormal charlatã provoca o que for preciso para ficar em alta e recuperar seu prestígio, forjando catástrofes para que ela possa “prever”. Outra aposta de Samantha é Caíque. Ela tem certeza de que unindo seus poderes ao do rapaz, serão o casal sensação da paranormalidade. Por esse motivo, aproveita que o médico está de volta ao Brasil e tenta fisgá-lo para valer. Dessa forma, Laura (Nathalia Dill) é uma pedra bastante incômoda a ser tirada do seu caminho.
Samantha vem de uma família tradicional e falida de Nova Alvorada, proprietária do Clube Lagoas. Vive em uma bela casa, símbolo dos tempos áureos, com a mãe Marieta (Marilu Bueno) e com seus irmãos César (Alejandro Claveaux), um professor de natação metido a conquistador, e Suzana (Adriana Prado), uma mulher sensível e triste que teve um casamento difícil. Suzana é mãe de Gaby (Sophia Abrahão), uma princesinha romântica e estilosa, e Heitor (Fábio Audi), um jornalista que culpa a mãe pelo misterioso desaparecimento do pai.
Além de César e Suzana, Samatha é irmã de Kitty (Maitê Proença). Ex-miss Nova Alvorada, Kitty rodou o mundo, virou socialite e se casou várias vezes. Depois de mais um casamento fracassado, volta ao Brasil, decidida a buscar um fazendeiro milionário.
A família mapa mundi
Uma família muito unida, atrapalhada e barulhenta. Assim são os Pereira. Manoel (Leopoldo Pacheco) é pai de Afeganistão (Gabriel Godoy), Itália (Sabrina Petraglia), Israel (Kayky Brito), e Bélgica (Giovanna Lancellotti), todos batizados com nomes de países seguindo a tradição da família da falecida esposa dele Austrália. Atualmente, Manoel vive com Tina (Elizabeth Savala), que o ajudou a criar os meninos e quem de fato comanda a família. Ele é dono da lanchonete que funciona no Clube Lagoas e da qual tem o maior orgulho. Seu sonho é transformar a lanchonete em um restaurante.
Manoel é irmão de Maria Inês (Christiane Torloni) e considera a irmã uma gastadeira e péssima influência para sua mulher. Pão duro que só, detesta que as duas saiam juntas. Apesar de Maria Inês estar sempre tentando se aproximar do irmão, e Tina incentivar a aproximação, Manoel quer distância dela. Acha que Maria Inês se tornou uma pessoa arrogante, insensível e perdulária depois que se casou com um homem rico.
Ele e Tina vivem brigando, mas o amor entre os dois é enorme. A dona de casa é devotada à família. Considera como seus os filhos de Manoel. É alegre, falastrona e católica fervorosa. No entanto, esconde um grande segredo de sua amada família.
Um amor da juventude que resiste ao tempo
Maria Inês (Christiane Torloni) e Marcelo Barbosa (Edson Celulari) se apaixonaram perdidamente na juventude, durante uma viagem internacional, mas acabaram se desencontrando ao longo da vida. Ela se casou com um médico respeitado em Nova Alvorada e ele casou-se com Úrsula (Silvia Pfeifer), uma das melhores amigas de Maria Inês que, sem que nenhum dos dois desconfie, foi a responsável direta pelo desencontro deles na juventude.
Apesar de terem seguido suas vidas, esse amor nunca se perdeu. No fundo, Marcelo e Maria Inês sempre foram apaixonados um pelo outro. Com o falecimento do marido de Maria Inês, Marcelo viu a possibilidade de finalmente viver essa história. Acontece que sua atual mulher, muito manipuladora e controladora, joga com a culpa tanto do marido quanto da amiga em função de sua grave doença.
Marcelo, hoje em dia, é completamente diferente do jovem aventureiro e de bem com a vida que Maria Inês conheceu. Atualmente, ele vive uma vida estressante e sem brilho. Ele e a mulher são donos do grupo editorial Barbosa, o maior da cidade, que lhe ocupa bastante tempo. Seus orgulhos são seu filho Ricardo (Nando Rodrigues), campeão mundial de natação, e sua filha Liz (Debora Rebechi), psicóloga, que trabalha em uma linha de ajuda para dependentes químicos.
Uma patricinha em apuros
Scarllet Máximo (Monica Iozzi) é uma jovem milionária e extremamente mimada. No seu mundo não há limites para diversão. Nasceu em Nova Alvorada, mas logo após a morte de sua mãe, mudou-se para os Estados Unidos com o pai. Desde então, nunca mais voltou ao Brasil, se dedicando à carreira de socialite internacional.
Scarlett é esnobe e superficial. Acostumou-se a tratar as pessoas como seus servos e súditos. Mas o seu destino muda quando o pai milionário morre e a obriga, como sua herdeira, a trabalhar como faxineira por um ano na lanchonete de Manoel (Leopoldo Pacheco) para ganhar a sua parte da herança. Como obrigação do testamento, Scarlett muda de nome, passa a se chamar Aparecida, e é obrigada a tingir os cabelos e deixá-los cacheados, o que para a dondoca é uma tarefa muito difícil.
De volta ao Brasil, submetida a esta aprovação, ela vai reencontrar Ricardo (Nando Rodrigues), seu grande amor na adolescência, mas ele não a reconhece transformada em Aparecida.
A ex-patricinha, além de lavar o chão da lanchonete, vai sofrer ao se ver dividida entre o amor de Ricardo (Nando Rodrigues), por quem é apaixonada desde a juventude, e Afeganistão (Gabriel Godoy), um jovem bronco, pobre e sem nenhum estilo, mas que mexe com ela.
Figurino: a complexidade do simples
Uma imersão na história de ‘Alto Astral’ e no universo de seus personagens é o ponto de partida de Beth Filipecki para transformar essa esfera simbólica no figurino da novela. O texto e as adjetivações nele contidas traçam o caminho percorrido pela figurinista e sua equipe para materializar, através das roupas, a subjetividade de cada personagem.
A cor azul é o elemento de ligação de todo o figurino. Cada personagem vai ter sua partícula de azul, coerente com o clima solar e leve da novela. “Essa cor também representa um pouco da relação com o etéreo, presente na trama”, diz Beth.
Além disso, uma referência forte é a década de 50 como representação da delicadeza, do sonho e também da tradição, uma vez que Nova Alvorada é uma cidade do interior. “Os anos 50 aparecem no nível do feminino, dos movimentos circulares das saias rodadas, dos vestidos. A espiral da vida e da morte é circular e não vertical, reto”, explica a figurinista.
Laura, interpretada por Nathalia Dill, expressa bem esse conceito da feminilidade com um ar de romantismo. Seu figurino é formado, essencialmente, por essas saias e vestidos rodados, shorts com movimento e leveza, tudo com a cara do verão. As estampas de bolinhas também estão em evidência nesta personagem.
O figurino prima pela simplicidade, pelo clean, e tem também como marca o jeans, que estará muito presente em várias texturas e tratamentos: jeans leve, pesado, algodão, malhas etc.
Destoando desse despojamento e naturalidade, em função de sua personalidade, está o figurino de Samantha (Claudia Raia). “Ela é como uma cigana, astuta e tem esse poder de envolver as pessoas, de armar. Ela usa muitos coletes em couro e chamois com franjas, além de saias longas. Para essa personagem, cabem os exageros, as várias texturas, tinturamentos e acessórios”, conceitua a figurinista.
Em contrapartida, está o figurino de Maria Inês, que é clássico. A personagem de Christiane Torloni é uma mulher que se veste com simplicidade e elegância. “Estão presentes os blazers, as camisas de seda, o jeans, o tailler, mas longe de ser um visual artificial, montado”, diz Beth.
Apesar de ter referências clássicas, o figurino também segue as últimas tendências da moda. O de Liz (Debora Rebechi), por exemplo, conta com tecidos esportivos misturados com a arte. Giovanna Lancellotti, a Bélgica, mescla peças com estruturas modernas somadas a materiais que remetem ao seu ambiente, como o crochê, que sugere uma presença familiar forte. Gaby (Sophia Abrahão) é uma boneca, uma personagem romântica. Para ela, muita renda misturada com estampa, que também é tendência.
Caracterização: a riqueza está nos detalhes
A caracterização de ‘Alto Astral’ se integra a todo o conceito estético da novela, que tende para o minimalismo. O caracterizador Sérgio Azevedo busca a realidade e a naturalidade para compor o visual do elenco. O ponto de partida da caracterização foi o estudo aprofundado do perfil dos personagens e a observação de pessoas semelhantes nas ruas, associado às tendências contemporâneas da moda. Assim, o trabalho da caracterização foi justamente produzir os atores de forma que pareçam não estar produzidos, ou seja, o mais natural possível, longe dos cabelos mais estruturados e maquiagens complexas. A busca é pela sutileza e simplicidade. A paleta de cores da caracterização é predominantemente nude.
Laura, personagem de Nathalia Dill, por exemplo, tem o perfil de uma mulher dinâmica, moderna, que é o esteio da família. No seu dia a dia não teria tempo para um visual complexo que exigisse muito dela para elaborá-lo. Então, a caracterização é extremamente natural e aproveita ao máximo as características da própria atriz, como o ondulado do cabelo. “Para reforçar a ondulação foi feito um corte desfiado e o cabelo é seco de baixo pra cima com um secador com rede e difusor. O resultado final é como se a personagem tivesse lavado o cabelo e deixado secar naturalmente”, revela o caracterizador. A maquiagem de Laura também segue a linha de quanto menos, melhor. “Fazemos uma pele básica e ressaltamos sutilmente os olhos com a raiz dos cílios esfumaçada. Depois de aplicar o rímel, usamos uma escovinha especial para tirar o excesso”, completa Sérgio.
São os pequenos detalhes na caracterização que fazem a diferença no traço da personalidade de cada personagem. No núcleo do hospital impera o clean por se tratar de um ambiente asséptico. As mulheres desse núcleo estão sempre com as unhas pintadas em tons claros, com pouca maquiagem e cabelos arrumados. “No caso da Debora Nascimento, ela usará um rabo de cavalo bem preso, no alto da cabeça, mostrando bem o rosto e acompanhando essa linha de simplicidade que um ambiente hospitalar pede. Como a personagem dela, Sueli, é uma trapaceira, a maquiagem vem num tom um pouco mais acima, com os olhos mais acentuados”, diz Sérgio Azevedo.
Outro desafio da caracterização foi marcar a diferença dos personagens que serão, pontualmente, representados em outras fases de suas vidas, como Caíque (Sérgio Guizé). Em alguns momentos da trama, Caíque será retratado nos anos 30, período de sua encarnação anterior, na qual também era um médico. Para essa época, o personagem terá um cabelo bem penteado, certinho, longe do despojamento do Caíque contemporâneo. Na fase atual, ele é um homem livre, que não se preocupa em estar arrumado, mesmo exercendo a medicina, ao contrário de seu irmão Marcos (Thiago Lacerda), um cirurgião, que está sempre com o cabelo impecável, penteado e muito bem barbeado.
Maria Inês (Christiane Torloni), mãe de Caíque (Sérgio Guizé) e Marcos (Thiago Lacerda), é sofisticada. Sua caracterização segue em tons neutros e o cabelo está na altura dos ombros, castanhos, com pontas levemente clareadas para dar naturalidade. “Percebe-se um olho bonito, uma maquiagem bem feita, mas tudo muito leve, tendendo para o nude. A ideia é representar uma mulher clássica e elegante”, conta Sérgio.
Destoando de toda caracterização minimalista está a personagem Samantha, vivida por Claudia Raia. “A Samantha se faz uma celebridade, ela quer atrair a atenção de todos e ser famosa com a sua paranormalidade. E quando ela se arruma para os eventos que ela mesma cria para chamar atenção, vale tudo: sombra laminada em tons dourados e esverdeados e batons alaranjados misturados com tons de rosa”, revela o caracterizador. Uma curiosidade: a própria atriz trouxe como referência para a personagem um estilo de pintar as unhas muito usado na década de 50, no qual a parte da meia lua fica sem esmalte.
Foco na realidade: cenografia e produção de arte
Como a fictícia Nova Alvorada é uma cidade do interior, as características de Poços de Caldas, em Minas Gerais, foram fonte de inspiração para a cenografia e produção de arte. Vários pontos da cidade mineira serviram como locação: o tradicional cassino, as thermas, praças, paisagens naturais etc.
Poços de Caldas conserva construções tradicionais em meio a modernidade. “Partimos desse princípio para criar a casa da Laura (Nathalia Dill), que é plana, com um andar apenas, tem portas de ferro com vidro. Mas com a visão moderna de usar elementos antigos de forma charmosa. Esse conceito combina com o perfil de uma mulher jovem e antenada como ela”, explica Eliane Heringer que, ao lado de José Claudio Ferreira, assina a cenografia da novela.
Tanto a cenografia quanto a produção de arte são norteados pelo realismo. Todos os objetos em cena são funcionais e se adequam à personalidade de casa personagem. A decoração da casa de Laura, por exemplo, foi inspirada no jeito de ser da protagonista. “Ela é romântica e toda a casa tem a interferência da personalidade dela. Nossa intenção é mostrar que tudo o que está no cenário tem uma razão para estar ali. Isso transmite mais verdade”, reforça Silvana Estrella, diretora de arte.
Apesar de ‘Alto Astral’ ser ambientada nos dias atuais, os cenógrafos se inspiraram na arquitetura dos anos 50 para criar as casas de alguns personagens que vivem em Nova Alvorada.
Para a criação dos ambientes do Hospital Bittencourt, onde se passa grande parte da trama, a mistura do clássico com o moderno também é utilizada. “Pesquisamos todos os elementos que um hospital de referência precisa ter. Optamos por utilizar vitrais, pé direito alto, espaços grandiosos”, enumera Eliane Heringer. Uma das etapas que exigiram mais cuidado da equipe foi reproduzir em estúdio o cenário da locação do hospital em Poços de Caldas. “Buscamos utilizar a mesma proporção de altura, repetimos a estrutura de esquadrias, janelas, portas e para recriar o piso, que lá é um mosaico de pastilha e mármore, utilizamos elementos de plotagem”, conta Eliane.
Ainda em relação ao hospital, a produção de arte fez uma pesquisa intensa para criar essa ambientação. Além de ser um cenário onde se passam muitas cenas da trama, o local utilizado para as gravações em Poços de Caldas funcionava como thermas. “Transformamos essa thermas em um hospital com todos os detalhes, com totens e sinalização. O local é bastante adequado, com corredores longos, um ambiente muito interessante, que nos favoreceu”, revela Silvana.
Na cidade cenográfica, o ponto de partida foi retratar uma cidade de interior próspera, também oscilando entre modernidade e tradição. “Em Poços de Caldas observamos os detalhes do comércio, as luminárias, sinalizações e até as lixeiras de rua trazendo esse clima para a cidade cenográfica”, conta o cenógrafo José Claudio. O maior desafio, no entanto, foi construir o clube da trama. “Só não fizemos as piscinas porque seria bem complicado, mas criamos tudo o que tem em um clube, até um lago, aproveitando o máximo das árvores e da nossa geografia local. Achamos que o volume de cenas nesse cenário justifica as gravações na cidade cenográfica”, ressalta José Claudio.
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